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Unifor poderá captar mais de R$ 2 milhões para "Grandes Espetáculos"
A Fundação Edson Queiroz, mantenedora da Universidade de Fortaleza (Unifor), poderá captar até R$ 2,01 milhões em recursos públicos, via Lei Rouanet, para realizar a sexta temporada do projeto "Teatro Celina Queiroz - Grandes Espetáculos", que traz "produções de alta expressão artística", todas de fora do Ceará, "principalmente do eixo Rio de Janeiro e São Paulo". Segundo o projeto, ao longo de um ano, a cada mês um espetáculo terá três sessões no teatro da Unifor. Ao fim do projeto, a expectativa de público é de 10,8 mil pessoas. Haverá cobrança de ingresso, no valor de R$ 50 (inteira), "preço acessível", segundo a proposta da Unifor aprovada pelo Ministério da Cultura.
"Fishman", do Grupo Bagaceira, tem projeto aprovado pela Lei Rouanet
O projeto de circulação de "Fishman", o mais recente espetáculo do Grupo Bagaceira de Teatro (de Fortaleza), comemorando os 18 anos do grupo, foi aprovado para captar até R$ 243 mil em recursos públicos, via Lei Rouanet. A BR Distribuidora vai apoiar o projeto, selecionado por edital de cultura da empresa. "Fishman" deverá ser apresentado em três cidades onde a peça é inédita, com três sessões em cada cidade.
Projeto de circulação pelo NE de "Todo Camburão" é aprovado pelo MinC
O projeto de circulação do espetáculo "Todo Camburão Tem um Pouco de Navio Negreiro" por capitais do Nordeste foi aprovado pelo Ministério da Cultura para captar até R$ 302 mil em recursos públicos, via Lei Rouanet. De acordo com o projeto do Nóis de Teatro (de Fortaleza), que comemora quinze anos do grupo de teatro, a circulação passará por João Pessoa, Natal, São Luís e Teresina, com quatro sessões em cada cidade, além de oficinas artísticas e outras ações culturais. O objetivo, segundo o projeto, é "fomentar e difundir o teatro de rua cearense, além de levantar debates sobre o genocídio da juventude negra periférica".
Em "Todo Camburão Tem um Pouco de Navio Negreiro", Natanael, espécie de anti-herói nascido na periferia, numa situação muito comum à de muitos brasileiros, vive inserido num sistema de opressão e violência e, aos 18 anos, resolve entrar para a polícia militar. O espetáculo tem elementos alegóricos e representativos do universo do movimento negro no Brasil, com referências diretas à mitologia dos orixás.
Em "Todo Camburão Tem um Pouco de Navio Negreiro", Natanael, espécie de anti-herói nascido na periferia, numa situação muito comum à de muitos brasileiros, vive inserido num sistema de opressão e violência e, aos 18 anos, resolve entrar para a polícia militar. O espetáculo tem elementos alegóricos e representativos do universo do movimento negro no Brasil, com referências diretas à mitologia dos orixás.
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